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Orientação Vocacional (com abordagem psicodramática)

19/05/2019

Orientação Vocacional (com abordagem psicodramática)

 

Escolher faz parte da vida de todas as pessoas. Desde que nascemos estamos sempre escolhendo: comida, roupa, amigos, brinquedos, lazer, ...

O processo de escolha que se inicia na adolescência é um processo de busca de si mesmo, busca de uma identidade, um período de crises e questionamentos. O jovem se questiona: quem sou eu?, O que quero?, Do que gosto?, Por que gosto? , Como me sinto realizando algo?, etc.

Na escolha de uma profissão, o jovem se dá conta de que não basta apenas gostar de uma matéria específica para ter sucesso nesta profissão. A satisfação profissional está ligada a uma motivação pessoal, um gosto, um interesse por realizar determinadas atividades.

O momento da escolha é um presente que irá definir um futuro a partir das referências passadas da pessoa, integradas nesse momento presente.

A escolha feita a partir de um maior conhecimento de si mesmo e do mundo do trabalho traz uma motivação e um interesse muito maior pela atividade a ser desenvolvida e esse tempo gasto para pensar e refletir proporciona um amadurecimento maior do jovem em relação a si mesmo e à escolha realizada.

A identidade é formada nas relações estabelecidas entre pessoas que desempenham papéis sociais importantes na vida de cada indivíduo, como pais, parentes, amigos, professores, etc. Desde crianças já nos identificamos, consciente ou inconscientemente, assumindo e experimentando papéis que vão servir de base para o estabelecimento da futura identidade.

 

Uma pessoa exercendo sua profissão com motivação e prazer está se realizando pessoalmente, como também prestando um serviço de melhor qualidade à sociedade. Embora a escolha profissional seja responsabilidade de cada um, as consequências da decisão têm inúmeras implicações sociais. Quando escolhemos uma atividade pela qual temos muito interesse e prazer em realizar, temos mais segurança de que poderemos ser felizes ao desempenhá-la.

 

 

O adolescente fala pouco de suas dificuldades pessoais. Se tentamos lhes fazer perguntas sobre como estão se sentindo, sobre quais conflitos de sua vida íntima, a maioria não responde ou tende a não nos levar a sério, respondendo com gozações  e brincadeiras, dada a dificuldade que têm de diretamente abordar seus assuntos íntimos e pessoais.

 

Por isso, em nosso trabalho com grupos de adolescentes, através de técnicas apropriadas, possibilitamos a criação de condições de trabalho apropriados, em um campo mais “relaxado”, não censurado, numa situação menos conflitiva, mais preservada e, conseqüentemente, mais fácil de ser alcançada.

 

Temos  então,  como objetivo, estimulá-los a elaborar conflitos e ansiedades. Orientá-los para que descubram suas potencialidades.

 

A abordagem utilizada na condução do trabalho com os grupos que se apresentará em seguida pode ser classificada como um Psicodrama Moreniano, pois, seus propósitos são:

 

- promover a liberação da espontaneidade do adolescente, através do brinquedo, jogos, representações e outras atividades escolhidas livremente;

- facilitar a estruturação sociométrica do grupo;

- promover o desenvolvimento da “tele”, ou seja, a possibilidade de trocar de lugar com o outro).

 

Adotamos, portanto, a postura da “escuta”, para entender melhor suas  reais necessidades.

 

Em minha experiência, posso observar, através do relato dos pais, dos profissionais e dos professores, além das observações pessoais, um progresso significante nos padrões de comunicação, atitudes e ajustamento emocional destes meninos.

 

Utilizamos a maioria das técnicas psicodramáticas, tais como: 

- jogos corporais, 

- "role-playing", 

- jogos sem palavras, 

- espelho, 

- duplo, 

- inversão de papéis, entre outras.

 

 

Em minha experiência, posso observar, através do relato dos pais, dos profissionais e dos professores, além das observações pessoais, um progresso significante nos padrões de comunicação, atitudes e ajustamento emocional destes meninos.

 

 

Nosso trabalho inicia com o estabelecimento de um vínculo positivo e favorável com cada adolescente individualmente.

 

Posteriormente, nos grupos, propiciou-se aos adolescentes a oportunidade de melhorar suas habilidades em estabelecer vínculos mais saudáveis com pessoas (os colegas de grupo) e com objetos (os jogos e os materiais disponíveis  no trabalho de grupo).

 

Procura-se criar um ambiente protegido, onde eles não sejam cobrados ou punidos por seus "fracassos" e nem pressionados a se desempenhar bem, mas assistidos e acolhidos em suas dificuldades.

 

 

Como resultado, verificamos o desenvolvimento de uma situação que chamamos de "educação paralela", onde se desenvolve nos adolescentes a capacidade de crescimento e aprendizado, diferenciados daquelas normas básicas e gerais que regem as situações ambientais a que estavam sujeitos .

 

Além disto: facilitando um maior grau de espontaneidade e favorecendo a capacidade criativa de cada adolescente, facilitamos a estes um maior conhecimento do seu Eu, de suas potencialidades. Protegidos por um ambiente que o próprio grupo cria, os membros podem promover uma liberação da carga emocional "contra o mundo", reprimida que estava pelo outro ambiente que apenas exigia aceitação e respeito.

aos adolescentes a oportunidade de melhorar suas habilidades em estabelecer vínculos mais saudáveis com pessoas (os colegas de grupo) e com objetos (os jogos e os materiais disponíveis  no trabalho de grupo).

 

 

 

 

 

 

 

Metodologia:

 

A Metodologia Psicodramática é extremamente apropriada para alcançar os objetivos da Orientação Profissional, principalmente o Jogo Dramático e o Role-Playing (treinamento de papéis).

O Treinamento de Papéis (Role-Playing) é o procedimento psicodramático que tem por objetivo a aprendizagem e estruturação de papéis. Pode ser usado para o treinamento de um papel profissional ou de qualquer papel social que se queira otimizar. Busca solucionar as dificuldades normalmente suscitadas por qualquer papel desconhecido ou temido.

 

 

Algumas técnicas e recursos s utilizados são:

 

  • Role-playing ( treinamento de papéis); 

  • Jogos dramáticos; 

  • Jornal Vivo – o tema é encontrado a partir de jornais , revistas , textos, etc.; 

  • Teatro Espontâneo – O grupo busca através de técnicas de aquecimento o tema condutor do espetáculo; 

  • Sociodrama – o grupo vivencia o presente sociocultural da comunidade numa experiência de criação coletiva; 

  • Teatro do Oprimido- através de uma situação em que haja Oprimido X  Opressor , após a dramatização o grupo tenta chegar a um consenso; 

  • Redramatização- trabalho coletivo onde irão elaborar textos e dramatizá-los; 

  • Meditação; 

  • Arte Terapia, etc.

 

 

O Jogo Dramático é uma das técnicas mais utilizadas no trabalho com adolescentes porque fornece maneiras criativas e lúdicas de se lidar com os conflitos vividos neste período da vida.

O Jogo Dramático se dispõe a trabalhar em campo relaxado de conduta com a finalidade de que o indivíduo descubra formas alternativas de conduta, e não uma única resposta para dada situação.

Jogo Dramático é toda atividade que propicie ao indivíduo expressar livremente as criações de seu mundo interno, realizando-as na forma de representação de um papel, pela produção mental de uma fantasia, ou por uma determinada atividade corporal.

O Treinamento de Papéis (Role-Playing) é o procedimento psicodramático que tem por objetivo a aprendizagem e estruturação de papéis.

 

Pode ser usado para o treinamento de um papel profissional ou de qualquer papel social que se queira otimizar. Busca solucionar as dificuldades normalmente suscitadas por qualquer papel desconhecido ou temido.

 

 

 

Diferenciamos duas fases no processo de Orientação Profissional:

 

FASE SUBJETIVA ou de AUTOCONHECIMENTO: onde o adolescente aprende a se conhecer e percebe a importância do autoconhecimento no processo da  escolha de uma profissão . Como consequência imediata, ele inicia um processo de análise e definição de seus próprios valores, elabora seus medos, desfaz tabus, repara situações traumáticas de sua vida e aprende a generalizar sistematicamente as conclusões tiradas de sua experiência.

 

FASE OBJETIVA ou de INFORMAÇÃO PROFISSIONAL: onde o adolescente é levado a conhecer as características de profissões, perspectivas de emprego, mercado de trabalho, cursos de formação profissional, etc..

A proposta de trabalho de Orientação Vocacional divide-se em quatro etapas:

 

1ª) Formação do Grupo:

     É a fase de levantamento de necessidades e identidade  de cada adolescente do grupo.

     Nesta fase deve ser feito o aquecimento para o trabalho subseqüente, bem como a criação de um clima de confiança  mútua e motivação para o processo de Orientação Vocacional.

      São utilizados basicamente os Jogos Dramáticos, onde a problemática da Orientação é apresentada de maneira lúdica e espontânea. Onde cada adolescente apresenta, sob um campo “relaxado e sem censuras”.

 

 

2ª) Treinamento de Papéis (Role-Playing):

     É a fase de dramatizações de papéis profissionais escolhidos pelo protagonista, ou seja, o membro do grupo que apresenta a problemática de todos.

     Nesta fase geralmente ,os adolescentes podem perceber os rótulos que aprenderam sobre as várias profissões e que todos necessitam buscar para si informações sobre as mesmas.

 

3ª) Informações Profissionais:

     Nela os adolescentes,  organizam-se e saem em busca de informações através de contato com  profissionais ou literatura para responder aos seus questionamentos.

     Também são feitos role-playing da situação de busca de informações. Através desta metodologia adequada podem perceber com mais clareza suas verdadeiras aptidões e talentos para exercer as profissões que pretendem escolher.

    

4ª) Elaboração das Informações Profissionais e Pessoais:

     Nesta fase os membros do grupo já devem ser capazes de reconhecer suas características básicas e mobilizar seus próprios recursos pessoais, analisar as alternativas viáveis de carreiras e terem condição de iniciar o seu processo de decisão.

Alguns temas a serem trabalhados nos encontros de Orientação Vocacional

  • O reconhecimento do eu e do outro

  • Diferenças individuais: habilidades, preferências e valores

  • Relacionamento interpessoal

  • Respeito  as diferenças

  • Expectativa da escolha profissional

  • Ansiedade, angústia e medos

  • Vida em sociedade, trabalho e lazer

  • Superação dos limites

  • Expectativa da profissão

  • Visão realística e fantasiosa da profissão

  • Informação profissional

  • Integração cognitiva, afetiva e psicomotora.

 

Todos os encontros serão compostos de três fases: Aquecimento, Dramatização e Compartilhar.

No aquecimento, preparamos o grupo para as atividades do encontro por meio de exercícios de respiração, de conversas descontraídas, de estímulos à participação ativa, de modo a atingir um clima relaxado focado na ação.

Na dramatização, desenvolvemos as atividades principais, os jogos dramáticos, role-playing, etc.

No compartilhar, falamos sobre tudo que foi vivenciado e firmamos os compromissos para os encontros seguintes.

 

Serão realizados 12 Encontros (um encontro semanal com 1:30 h de duração no período de três meses)

 

Investimento: 3 parcelas de R$240,00

 

Nº de Participantes: 10

 

Local: Mente e Movimento - Psicologia Clínica e Arteterapia
Rua Coronel Moreira César, nº 426, sala 405
Prime Business Icaraí, Icaraí - Niterói – RJ

Contatos:
whatsapp 21 98883-8143
Tel. 21 2611-2367

menteemovimento@gmail.com
www.menteemovimento.com.br

Direção: Jaira Coutinho( Psicóloga/Psicodramatista) CRP-05/3950
Filiada à ABT (Associação Brasileira de Trauma) -

 

 

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