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Medo de gente: a fobia social

08/05/2019

Os sintomas do transtorno podem surgir ainda na infância e o tratamento envolve a simulação de situações que geram ansiedade

A psicóloga Cristiane Gebara, do Ambulatório de Ansiedade (Amban) da Universidade de São Paulo, submete paciente à terapia de exposição à realidade virtual: simulação permite vivenciar situações temidas, mas em um cenário fictício
e controlável


O mais comum dos transtornos de ansiedade é a fobia social, ou ansiedade social, que afeta de 3,5% a 16% da população geral – os dados variam devido à metodologia e às amostras dos diferentes estudos. Os primeiros sinais costumam surgir ainda na infância. O psiquiatra Márcio Bernik enumera possíveis sintomas do transtorno nessa fase da vida, que devem ser examinados com cuidado.

 

“Ansiedade de separação, uma preocupação exagerada em se afastar dos pais ou de que algo ruim aconteça com eles. Situações em que a criança fala somente na presença dos pais ou parentes próximos, recusa-se a ir para a escola ou manifesta sofrimento excessivo na véspera de provas ou competições esportivas.”

A fronteira entre a timidez excessiva e o transtorno é difícil de demarcar – basicamente, é necessário tratamento quando o receio de ser observado e avaliado pelos outros começa a causar sofrimento ou prejuízos em algum campo da vida, seja profissional, como a perda do emprego por evitar o ambiente de trabalho, seja pessoal, como a dificuldade em travar relacionamentos.

 

“O fóbico social costuma ser monossilábico, econômico nas palavras. Isso é geralmente interpretado pelas outras pessoas como desinteresse. A pessoa com o transtorno tende, assim, a se isolar.

 

Evita situações cotidianas nas quais pode se sentir constrangida, como comer ou escrever na frente dos outros”, diz Tito Paes de Barros Neto, psiquiatra e terapeuta do comportamento.


Fernanda Teixeira Ribeiro
Cortesia de Cristiane Gebara

 

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