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As crianças precisam ser felizes, não de serem “as melhores”

11/12/2017

 

Vivemos numa sociedade altamente competitiva, onde parece que nada é suficiente, e convivemos com a sensação de que se a gente não correr, ficaremos rapidamente para trás e seremos varridos pelos novos desenvolvimentos.

 

Por isso, não surpreende que nas últimas décadas, muitos pais têm usado um modelo de educação sustentado pela hiper paternidade. Trata-se de pais que querem que seus filhos estejam preparados para a vida, mas num sentido mais amplo: querem que eles tenham muito conhecimento e que desenvolvam muitas habilidades para que se tornem bons profissionais, tenham um bom trabalho e ganhem bastante dinheiro.

 

Esses pais planejam a vida de seus filhos porque querem que eles sejam os melhores. Para conseguir isso, não hesitam em colocá-los em várias atividades extracurriculares diferentes, em abrir caminhos a limites inacreditáveis ​​e, claro, empurrá-los para ter sucesso a qualquer custo. E o pior de tudo é que eles acreditam que estão fazendo isso “para o bem” dos seus filhos.

 

O principal problema deste modelo educativo é que ele impõe uma pressão desnecessária sobre os pequenos, uma pressão que acaba roubando a infância deles, contribuindo para que sejam adultos emocionalmente fracos.

 

Os perigos de empurrar as crianças para o sucesso
 

 Sob pressão, a maioria das crianças é obediente e pode até alcançar os resultados que os pais cobram, mas, dessa forma, os pais acabam limitando o pensamento autônomo e as habilidades que as levariam a um sucesso real. Se não dermos espaço e liberdade para que nossos filhos encontrem seu próprio caminho (por enchê-los de expectativas) eles não conseguirão tomar suas próprias decisões, experimentar e desenvolver a sua própria identidade.

 

Por isso, pretender que a criança seja a melhor em várias atividades implica em graves perigos:

 

– Gera uma pressão desnecessária que rouba a sua infância. A infância é um período de aprendizagem, mas também de alegria e diversão. As crianças devem aprender de uma forma divertida, devem cometer erros, perder tempo, deixar voar sua imaginação e passar tempo com outras crianças. Esperar que elas sejam “as melhores” em um campo particular, colocando grandes expectativas sobre elas, só vai fazer com que seus joelhos frágeis se curvem sob o peso de uma pressão desnecessária. Esta maneira de educar arrebata a infância delas.

 

O principal problema deste modelo educativo é que ele impõe uma pressão desnecessária sobre os pequenos, uma pressão que acaba roubando a infância deles, contribuindo para que sejam adultos emocionalmente fracos.

 

 

 

Fonte:http://www.psiconlinews.com/2017/06/as-criancas-precisam-ser-felizes-nao-de-serem-as-melhores.html

 

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